Arquivo da categoria: Livros

Dica de Leitura

Chaves Para a Felicidade e Para Uma Vida Significativa, de Kyabgon Phakchok Rinpoche (Editora Makara, 2013).

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Neste livro, Phakchok Rinpoche compartilha conosco pontos simples que podem nos ajudar a ter uma vida significativa — uma vida feliz, satisfatória — e a nos tornarmos verdadeiramente humanos, capazes de beneficiar nós mesmos e também os outros.

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Ensinamentos do Mestre que Nasceu do Lótus (Editora Makara, 2009)

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Uma colecão de instruções de Padmasambava à dakini Yeshe Tsogyal e a outros discípulos próximos.

Padmasambava é o mestre fundamental do Vajrayana, que são os ensinamentos para a nossa época. Por grande compaixão e sabedoria, instruiu a sua discípula principal, Yeshe Tsogyal, que escondesse tesouros (terma) a serem revelados em épocas predeterminadas para praticantes futuros. A profundidade dessas instruções é para ser aplicada individualmente por qualquer pessoa em qualquer circunstância. É uma obra clássica que contém verdades válidas para qualquer um que deseje seguir um caminho espiritual.

“A principal compiladora dos ensinamentos de Padmasambava foi Yeshe Tsogyal, uma emanação búdica feminina. Há, provavelmente, algumas pessoas que acreditam ser somente possível aos homens alcançar a iluminação, mas a vida de Yeshe Tsogyal é uma prova do contrário. O estado desperto da mente não é masculino nem feminino.” (Tulku Urgyen Rinpoche)

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Para Abrir o Coração: treinamento budista para a paz, de Chagdud Tulku Rinpoche (Editora Makara, 2013, 3ª ed.)

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Ao confrontar diretamente os dilemas e as incertezas que acometem as pessoas no mundo atual, Chagdud Rinpoche demonstra como qualquer pessoa pode seguir este treinamento e utilizar os seus métodos para descobrir a paz interior e despertar bom coração e, assim, viver no mundo de uma maneira que beneficie todos os que estão à sua volta.

Leia um trecho do livro:

“Passei por muitas dificuldades, mas em consequência do meu treinamento e prática, nenhuma delas foi esmagadora. Conheço pessoalmente o poder das bênçãos do lama e como a contemplação e meditação podem ser benéficas quando lidamos com as circunstâncias da vida. Quando era mais jovem, toda vez que recebia um ensinamento, eu revia o material vinte e cinco vezes naquele mesmo dia. Hoje, às vezes, esqueço os nomes dos meus familiares, mas nunca esquecerei os ensinamentos, por estarem tão firmemente impressos em minha mente.

Não importa quantos anos de vida eu tenha pela frente, estou em paz com o fato de que vou morrer. A morte não me amedronta, pois tenho confiança em minha prática espiritual e tenho tentado ajudar os outros o quanto posso. Sei, por experiência própria, que esses ensinamentos beneficiarão quem quer que os aplique, não apenas nesta vida, mas no momento da morte e em vidas futuras.

Do fundo do coração, eu lhe digo: um momento de bondade para com um outro ser ou um ato com intenção pura valerão mais do que toda a riqueza do mundo na hora da morte. Portanto, pratiquem agora, enquanto podem, da maneira mais ampla possível em cada situação. Isso realizará o propósito supremo de suas vidas e, na hora da morte, você não sentirá remorso.” (pág. 289)

Fonte: Editora Makara.

 

Dica de Leitura

O Caminho Budista: uma breve introdução, de Chagdud Tulku Rinpoche (Ed. Makara, 2014, reimpressão).

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Isto não é somente um curto relato sobre a história da vida de Buda ou a um aglomerado de informações sobre as diferentes tradições budistas. O livro, além de esclarecer pontos fundamentais do budismo, também nos inspira a aplicar a sabedoria milenar de Buda em nosso cotidiano.

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Sementes de Sabedoria – Reflexões budistas para cultivar a paz, de Chagdud Tulku Rinpoche (Ed. Makara, 2012).

Neste conjunto de citações de ensinamentos de Chagdud Rinpoche podemos encontrar a sabedoria milenar dos ensinamentos de Buda. Eles nos inspiram a transformar as ações cotidianas mais simples em ações espiritualmente significativas. Descortinam panoramas nos quais podemos entrever o pleno potencial de compaixão e sabedoria. Como sinais de alerta em uma estrada com curvas fechadas, eles impedem que nos machuquemos, traindo nosso bom coração, e que machuquemos os outros, causando-lhes dor.

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Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Vida e Morte do Budismo Tibetano, de Chagdud Tulku Rinpoche (Editora Makara, 2008, 2ª ed).

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Neste livro, Chagdud Tulku Rinpoche fornece instruções breves, porém profundas, sobre a preparação para a morte. Por ser bastante acessível, ele vem sendo lido por uma vasta gama de pessoas, muitas das quais comentam sentirem-se confortáveis ao presenteá-lo a seus familiares mais idosos ou amigos que estejam lidando com enfermidades terminais.

Trecho livro “Vida e Morte no Budismo Tibetano”:

Tentamos viver negando a morte

“A morte e o morrer é um tema que evoca emoções tão profundas e perturbadoras que geralmente tentamos viver negando a morte. Entretanto, podemos morrer amanhã, completamente despreparados e impotentes. O momento da morte é incerto, mas a verdade da morte não. Todos os que nasceram certamente morrerão.

As pessoas frequentemente cometem o erro de banalizar a morte e pensam: “Ah, bem, a morte acontece para todos. Não é um grande problema, é natural. Vou estar bem.”
Essa é uma boa teoria até que estejamos morrendo. Então experiência e teoria se diferenciam. Então nos tornamos impotentes e tudo que nos é familiar se perde. Somos esmagados por uma grande turbulência de medo, desorientação e confusão. Por esta razão é essencial nos prepararmos com antecedência e bem para o momento em que a mente e o corpo se separam.

Existem muitos métodos, extraordinários e comuns, para nos prepararmos para a transformação da morte. O mais grandioso deles resulta em iluminação durante a vida. Na iluminação, a morte não tem relevância para o nosso estado de ser. A realização da iluminação é imortal, mas requer uma prática perfeita de meditação.

Se a iluminação imortal não for alcançada nesta vida, a própria transição da morte oferece outra oportunidade suprema para podermos alcançá-la. Mas, mais uma vez, realizar o potencial dessa oportunidade depende de termos dominado certas habilidades meditativas.

A iluminação é a consecução mais elevada da transição da morte, mas não é a única. Se a realização meditativa for incompleta mas tivermos desenvolvido o poder da oração, poderá haver liberação para um ambiente de perfeita bem-aventurança, livre de sofrimento, através da invocação das bênçãos dos seres de sabedoria iluminados.” (p. 1-2)

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Comentários sobre Tara Vermelha, por Chagdud Khadro (Editora Makara).

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Um complemento à prática concisa intitulada Tara Vermelha: Uma Porta Aberta para a Bem-Aventurança e o Estado Desperto Definitivo.

Guia o praticante por todos os passos da prática, explicando o seu significado e oferecendo instruções detalhadas. É de especial valor para os iniciantes no Budismo Vajrayana e na prática com deidades.

Fonte: Odsal Ling / Mandala.

Dica de Leitura

Harmonia em Casa: ensinamentos budistas para sua família, por Chagdud Tulku Rinpoche (Editora Makara, 2014, reimpressão).

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Para todos, não importa religião, nível econômico ou nacionalidade, relacionamentos são sempre um desafio. Neste ensinamento claro e precioso, Chagdud Rinpoche propõe atitudes que podem tornar tanto as relações amorosas quanto a educação dos filhos uma prática espiritual em si, oferecendo a todos nós a oportunidade de construir uma harmonia cada vez maior em nossa vida familiar.

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

Portões da Prática Budista: ensinamentos essenciais de um lama tibetano, por Chagdud Tulku Rinpoche (Editora Makara, 2013, 5ª ed.).

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Como um portão que se abre, esta coletânea de ensinamentos apresenta a sabedoria tradicional do budismo tibetano a leitores ocidentais, no estilo único e acessível de Chagdud Rinpoche. Em uma linguagem clara e direta, o livro entremeia histórias da terra natal de Rinpoche, o Tibete, com uma exploração passo a passo dos fundamentos e essência do budismo Vajrayana.

Leia um trecho do livro:

“Por que precisamos de um caminho espiritual? Vivemos em um tempo muito atribulado, em que nossas vidas transbordam de atividades, tanto alegres quanto dolorosas. Por que deveríamos reservar um tempo para a prática espiritual?
Conta‑se muito a história de um homem de uma região no norte do Tibete que decidiu fazer uma peregrinação com seus amigos até o Palácio Potala, a residência do Dalai Lama, em Lhasa, um lugar muito sagrado. Era uma viagem que marcava a pessoa pelo resto da vida.
Naquela época, não havia carros ou veículos de qualquer espécie na região, e as pessoas viajavam a pé ou a cavalo. Demorava‑se bastante para chegar a qualquer parte, e era perigoso ir muito longe, já que inúmeros ladrões e bandidos assaltavam viajantes incautos. Por esses motivos, a maioria das pessoas nunca deixava sua região natal. A maioria nunca havia visto uma casa; moravam em tendas pretas tecidas com fibra de pelo de iaque.
Quando esse grupo de peregrinos finalmente chegou a Lhasa, o homem do norte ficou assombrado com o Palácio Potala e seus múltiplos andares, suas muitas janelas e a vista espetacular da cidade que se descortinava do interior. Ele enfiou a cabeça por uma abertura bem estreita que servia de janela para ter uma visão melhor, virando a cabeça para a direita e para a esquerda, enquanto olhava a vista ali em baixo. Quando seus amigos o chamaram para ir embora, ele puxou a cabeça para trás com um solavanco forte, mas não conseguia tirá-la da janela. Ficou muito nervoso, puxando de um lado para o outro.
Por fim, concluiu que estava realmente entalado. Então disse a seus amigos:
— Podem ir para casa sem mim. Digam a minha família que a notícia ruim é que morri, mas que a notícia boa é que morri no Palácio Potala. Haveria lugar melhor para alguém morrer?
Os amigos eram também gente muito simples, de modo que, sem muito refletir, concordaram e foram embora. Algum tempo depois, o zelador do templo apareceu e perguntou:
— Mendigo, o que você está fazendo aí?
— Estou morrendo — ele respondeu.
— Por que você acha que está morrendo?
— Porque minha cabeça está entalada.
— E como é que você a pôs aí?
— Eu a enfiei fazendo assim.
O zelador respondeu:
— Então tire‑a da mesma maneira que a colocou!
O homem fez o que o zelador sugeriu e se soltou.
Como esse homem, se conseguirmos enxergar de que forma estamos presos, poderemos cortar nossas amarras e ajudar os outros a fazer o mesmo. Mas, primeiramente, precisamos entender como viemos parar onde estamos.”
(p. 14-15)

Fonte: Editora Makara.

Dica de Leitura

A Essência da Compaixão: as 37 práticas do bodisatva, por Dilgo Khyentse Rinpoche (Editora Makara, 2013).

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As escrituras e os textos budistas incluem muitos ensinamentos profundos e detalhados que abrangem uma grande variedade de temas. Muitos, porém, não conseguirão ouvir, refletir e meditar detalhadamente sobre todos esses textos. As 37 práticas do bodisatva, no entanto, é a própria essência dos ensinamentos, expostos e transmitidos na forma de instruções sobre como um bodisatva deve praticar.

Fonte: Editora Makara.