Arquivo mensal: julho 2016

Dica de Leitura

O Caminho Budista: uma breve introdução, de Chagdud Tulku Rinpoche (Ed. Makara, 2014, reimpressão).

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Isto não é somente um curto relato sobre a história da vida de Buda ou a um aglomerado de informações sobre as diferentes tradições budistas. O livro, além de esclarecer pontos fundamentais do budismo, também nos inspira a aplicar a sabedoria milenar de Buda em nosso cotidiano.

Fonte: Editora Makara.

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“Os jovens pensam que a vida será longa, e os velhos pensam que a vida terminará logo. No entanto, muitas pessoas fortes e saudáveis morrem jovens, enquanto muitos velhos, doentes e debilitados continuam vivendo dia após dia. Sem saber quando morreremos, precisamos cultivar a apreciação e aceitação do que temos enquanto temos, em vez de tentar incessantemente satisfazer nossos desejos e procurar defeitos nas experiências de vida que temos.”

– Chagdud Tulku Rinpoche

O que, de fato, é a deidade?

“A tradição do Vajrayana reúne métodos de prática externos, internos e secretos. Quando fazemos práticas externas com deidades, o que, de fato, é a deidade? Em essência, a verdade absoluta da nossa própria mente e de todas as experiências é a deidade absoluta. A deidade não é algo que inventamos, e sim manifestação espontânea da verdade absoluta, a exibição não de algo comum, mas da sabedoria. Essa é a mandala da boditchita.

A natureza de todos os seres e de todos os fenômenos é dharmata. Dentro da natureza absoluta não há distinção nem separação entre eu e outro. Tudo tem um só sabor. Todos os fenômenos surgem indissociados da natureza absoluta e nela estão contidos. Nenhuma de nossas experiências – nem os elementos, nem os fenômenos, nem sequer uma única molécula – está além da natureza absoluta, espaço básico. A natureza absoluta é verdadeira e tudo permeia.”

– Chagdud Tulku Rinpoche, trecho extraído do livro “Portões da Prática Budista”, cap. 16.