Como Estabelecer a Motivação Pura

No início de cada dia, de cada sessão de meditação e, idealmente, antes de tudo o que fizer, estabeleça a motivação pura. Comece pensando em uma ou em várias pessoas que você gostaria de ajudar e pense na vida delas, nas dificuldades e no sofrimento que enfrentam. Depois, imagine todos aqueles que se encontram em circunstâncias semelhantes. Continue a expandir esse sentimento de compaixão até incluir todos os seres. Cada um deles, em diferentes momentos, sofre em maior ou menor grau, embora busque apenas encontrar felicidade e satisfação estáveis. Estabeleça a aspiração de levar todos a um estado de felicidade incessante, e faça disso o propósito de tudo o que fizer. Reze ao seu objeto de devoção, seja Deus, Buda, Jesus, Tara, ou quem quer que corporifique seu mais alto ideal de sabedoria, compaixão e poder de benefício, para que, pelas bênçãos daquele ser sublime e pelo seu empenho, todos os seres possam alcançar benefícios temporários e definitivos.

– Chagdud Tulku Rinpoche, trecho extraído do livro “Para Abrir o Coração”, Ed. Makara.

 

Os Oito Símbolos Auspiciosos do Budismo Tibetano

Por Tiffani Gyatso

Adaptado por Budismo em Blumenau

No budismo, os Oito Símbolos Auspiciosos representam as oferendas que os deuses fizeram à Buda Sakyamuni assim que ele atingiu a iluminação. Brahma, o deus de toda criação, com quatro cabeças e amarelo em cor, foi o primeiro à vir e oferecer uma roda dourada com mil hastes, pedindo à Buda que ele fizesse a roda do dharma girar, passando seus ensinamentos. Depois apareceu Indra, o deus branco do céu, apresentando uma concha branca, representando a proclamação do dharma. A deusa da Terra Sthavara (Tib. Sayi Lhamo), que nasceu ao testemunhar a iluminação do Buda, lhe presenteou com um vaso com o néctar da imortalidade. Iconograficamente, em algumas representações, Brahma e Indra estão ao lado do trono, oferecendo ao Buda a Roda e a Concha.

Antigamente a imagem do Buda não era representado por uma figura humana, mas apenas por símbolos, o mais comum era pela figura de seus pés, onde na sola havia muitos outros símbolos representando suas qualidades de iluminação. Outra representação de Buda, era um trono vazio, a árvore Bodhi, ou a própria roda do dharma. Alterações dos mesmos símbolos também existem no Hinduísmo e no Janaísmo.

Os Oito Símbolos Auspiciosos são os símbolos mais populares no budismo tibetano. Eles são usados durante eventos grandes como ensinamentos, exibidos na entrada de templo em tecidos esticados ou em tecidos nas portas, desenhados com giz no chão para receber os mestres e em toda a decoração de objetos, templos e altares. Eles tem a função de estarem presentes em todo espaço sagrado, para nos lembrarmos das qualidades do Buda e do dharma.

Os Oito Simbolos Auspiciosos podem ser representados separadamente, em um conjunto de pares, de quatro ou oito. Os Oitos símbolos são os seguintes:

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Concha

A concha branca, com sua espiral sentido horário simboliza o som melodioso do dharma que alcança distâncias longínquas, que os praticantes com seu coração aberto, dispostos a receber o chamado, o escutam de longe e são guiados para a fonte, motivando-os também a trazer beneficio a todos os seres.

A Flor de Lótus

A flor de lótus tem um significado muito importante e profundo no budismo e em outras crenças. É uma flor linda e que surge dos pântanos. Ou seja, mesmo se um buda surge no meio das turbulências mundanas, ele mantêm intacto e puro a sua essência iluminada. A ideia é que todos nós possamos atingir o nascimento em um lótus. Significando, o germinar de uma mente pura, mesmo se ligada ao samsara. O lótus também significa renúncia, pois renuncia o solo, o mundo e prevalece suspensa sobre a superfície do pântano.

A Roda do Dharma

A roda, também remete aos ensinamentos de Buda, que giram e dão inicio à uma engrenagem que carrega um veículo que leva à iluminação. A roda é o que faz andar, se movimentar, se inovar e por isso é o símbolo principal do dharma – os ensinamentos do Buda, ou a Verdade, de um ponto de vista de análise e experiência direta das realidades. Normalmente ela é representada com oito hastes, indicando o Caminho dos Oito Passos.

Na maioria das vezes, quando a roda é representada sozinha, vemos um casal de veados, um em cada lado. Isso se refere ao local onde Buda deu seu primeiro sermão, ou como dizem “girou a roda do dharma” em Sarnath, no Parque dos Veados. Se diz, que quando ele ensinou, até os animais vinham o ouvir e receber suas bênçãos, tão doce e profundo eram suas palavras e sua aura. Hoje nos mosteiros que têm a obra completa do Kangyur (ensinamentos de Buda) e Tengyur (comentários) em sua biblioteca, terão a roda com o casal de veados no telhado do templo.

Casal de Peixes

No budismo, o oceano é um termo usado para indicar o ‘oceano de samsara’ onde nós flutuamos e nadamos de um lado para o outro, e os peixes nesse contexto, são seres que se movem livres e ágeis na água sem se afogarem, destemidos e alegres representam felicidade plena e espontaneidade, abundância e fertilidade por também se reproduzirem com facilidade. Na China, um casal de peixes é dado de presente ao casal, também como símbolo de fidelidade e união. Como na China, o peixe também foi muito abundante e principal alimento, representa a prosperidade material. O casal de peixes tem semelhança em seu significado no hinduísmo, jainismo e outras tradições do budismo, assim também como no antigo Egito e no cristianismo era o símbolo do próprio filho de Deus, “o pescador”.

Nó Sem Fim

O nó sem fim é uma forma geométrica que se curva em um ou vários nós sem começo e sem fim, em uma eterna continuidade. Assim como samsara, quando algo é resolvido, algo novo surge, sempre há algo que se antecede, ninguém sabe o começo e ninguém sabe como será o fim, sendo que no budismo, há renascimento depois da morte. Mas ele também simboliza a sabedoria infinita de Buda, também sem começo e sem fim, apenas existente e presente. É um lembrete do tempo não linear e sim curvo e cíclico.

Vaso de Tesouros

O vaso nos remete ao formato do ventre, de onde toda criação brota. Esse é um vaso de tesouros dos deuses e do néctar infindável da imortalidade. Representando que o próprio corpo espiritual do Buda, vai além de vida e morte. Quando se transcende samsara, não há morte e nem renascimento, quando você sai do ciclo, você atinge a real imortalidade, que não quer dizer vida eterna, mas muito mais que isso – é o próprio nirvana, quando o iluminado dissolve conscientemente o corpo, mente e emoções na consciência universal, atemporal e vasta. Em termos mais populares, simboliza longa vida e saúde.

O vaso também vem como símbolo da generosidade que os ensinamentos do Buda se apresentam, o qual nos abre acesso a esse néctar, a esse grande tesouro além da vida e da morte. O vaso também é usado nos templos para purificação, quando em cerimônias, é borrifado água do vaso sobre os objetos do altar e em vezes no público.

Guarda-sol

Assim como o usamos para nos proteger do sol, do calor, da desidratação do corpo, ele simboliza a proteção dos sofrimentos que nos enfraquecem. Antigamente, a quantidade de guarda-sóis usados nas passeatas dos reis na Índia e no Tibete, simbolizava seu “ranque”, ou seja, a importância de sua existência e dos princípios do monarca. O guarda-sol foi oferecido para Buda pelo rei dos Nagas – seres míticos, humanos metade serpentes e guardiões de tesouros. É um reconhecimento de nobreza e respeito. O eixo do guarda-sol, visualmente nos dá uma direção de centralidade, representando quem estiver debaixo dele, é o centro simbólico do universo – uma representação da essência iluminada, intocada pelos devaneios e obscuridades de samsara. Isso também remete à proteção que o próprio Buda nos dá, como se ele mesmo fosse nosso guarda-sol quando tomamos refugio nele.

O Banner da Vitória

O Banner simboliza a vitória de Buda sobre Mara, o senhor das Ilusões. No budismo, se explica que toda experiência no mundo, vem de um entendimento pessoal da realidade, ou seja, cada pessoa irá experienciar o mesmo objeto, de forma diferente, pessoal. Esse significado que damos às experiências e objetos, são ilusões, pois não são a realidade absoluta do objeto. Quando entendemos que todo objeto é vazio de significado até o momento em que criamos um, nos libertamos da crença de uma ilusão que criamos e que seguimos como verdades. Essa é a vitória libertadora dessa compreensão, uma vitória sobre todas as características que vivemos em base de ilusões: os desejos, a ignorância e a aversão.

Fonte: https://www.tiffanigyatso.com/single-post/2016/10/03/Os-Oito-S%C3%ADmbolos-Auspiciosos-do-Budismo-Tibetano

Feliz Losar – Bem-vindo, ano do Galo de Fogo

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Adeus, Macaco de Fogo!

Seu ano foi produtivo, mas traiçoeiro, e muitos de nós não se entristecem ao ver a ponta de sua cauda sair pela porta.

Bem-vindo, Galo de Fogo!

Que sua chamada de despertar sinalize a alvorada de tudo o que seja auspicioso para todos os seres vivos.

Chagdud Gonpa Brasil,
Losar, 2017

Fonte: Chagdud Gonpa Brasil.

Losar: Ano Novo Tibetano

No dia 27 de fevereiro, celebrar-se-á o Ano Novo tibetano, o Losar.

O ano que se inicia é o de 2.144, ano do galo de fogo.

De acordo com a tradição budista, os dias que antecedem e os que sucedem o Losar são muito importantes.

No período anterior, faz-se prática para purificar falhas e remover obstáculos e negatividades do ano que passou, com a prática de Vajrakilaia.

Nos quinze dias posteriores ao Losar, dá-se especial atenção à nossa prática de meditação pessoal, fazendo aspirações de que ela amadureça e traga cada vez mais benefícios a todos.

Fonte: Odsal Ling.

Retiro com Lama Rigdzin e Lama Yeshe em Florianópolis

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Com alegria comunicamos a programação das atividades com Lama Yeshe e Lama Rigdzin nos dias 03, 04 e 05/02/2017 no templo em Florianópolis:

03/02 (sexta), às 19:00 horas – Ensinamentos sobre as 37 práticas de um bodisatva (aberto a todos);

04/02 (sábado), 09:00 às 12:00 e 14:30 às 17:00- Ensinamentos e prática de Ngondro (aberto a todos);

05/02 (domingo) 14:30 às 17:00 e 18:00 às 19:00- continuação dos ensinamentos sobre as 37 práticas de um bodisatva (MESMO QUEM NÃO PARTICIPOU NA SEXTA PODE VIR NO DOMINGO).

No domingo, às 19 horas, haverá prática de Tara Vermelha com tsog!

Mais informações: https://www.facebook.com/events/1039120592866620/

“A mente comum é cheia de oscilações e turbulências. Se não há uma força que a controle e que controle seus efeitos sobre o corpo e a fala, somos jogados para cima e para baixo, para frente e para trás: nossa realidade parece um passeio de montanha russa. Não compreendemos que estamos vivenciando resultados que nós mesmos criamos e que nossas reações produzem ainda mais causas, mais resultados – incessantemente.”
– Chagdud Tulku Rinpoche

Os 37 Pontos da Prática

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S.Em.ª Chagdud Tulku Rinpoche

Para os inúmeros alunos ligados a mim por aspirações prévias e por carma, eu, o tulku chamado Chagdud, um velho afetuoso, inspirado por meu sentimento de amor por vocês, escrevo esta mensagem e a envio, levada pelo cavalo do vento.

Reflitam sobre estes pontos:

1. Vocês invocam a mente iluminada dos rigdzins
das três linhagens com fé, respeito e anseio?

2. Praticando o Darma sagrado, vocês compreendem
a essência deste estado de liberdade, desta
oportunidade tão difícil de alcançar, tão rara
quanto o florir de uma udumbara?

3. Vocês cortam as amarras do apego a todos os
fenômenos impermanentes e ilusórios desta vida?

4. Já que os resultados de suas ações certas e erradas
são infalíveis, vocês procuram praticar a virtude
e se abster das desvirtudes?

5. Já que não há felicidade duradoura nos ciclos de
existência, a sublime atitude da renúncia surge
em sua mente?

6. Já que ouvir os ensinamentos autênticos dissipa
a ignorância, vocês acendem a lâmpada do Darma
muitas e muitas vezes?

7. Já que a mente não é domada apenas ouvindo os
ensinamentos, vocês cortam a especulação
superficial com a contemplação interior?

8. Para que não fiquem presos pelas elaborações
conceituais da audição e contemplação dos
ensinamentos, vocês praticam seguindo os
pontos-chave das instruções da transmissão direta?

9. Sabendo que falta à existência cíclica qualquer outro
refúgio infalível, vocês põem as três fontes sublimes de
refúgio no topo da cabeça?

10. Para encontrar proteção do sofrimento da existência cíclica,
vocês abandonam os atos que prejudicam os outros, e até
mesmo o pensamento de prejudicá-los?

11. Já que não há um ser senciente nos seis reinos
que não tenha sido sua mãe ou seu pai, vocês
meditam com equanimidade sobre a similaridade
e a bondade de todos eles?

12. O seu coração é tomado pela compaixão quando
veem todos os seres que foram seus pais
continuamente criando as causas do sofrimento
e sendo atormentados pelas suas consequências?

13. Sabendo que a causa da felicidade é a virtude,
vocês se alegram do fundo do coração quando
veem a felicidade dos outros?

14. Tendo em vista que a felicidade efêmera não leva
à satisfação duradoura, vocês geram a aspiração
de alcançar felicidade suprema?

15. Examinando a mente, vocês direcionam o corpo,
a fala e a mente para o caminho da virtude?

16. Com as virtudes e as riquezas reunidas, multiplicadas
pelo poder da visualização, vocês fazem oferendas
para acumular mérito?

17. Com o objetivo de erradicar as amarras do apego
ao eu, vocês oferecem o corpo como um presente
aos quatro convidados

18. Uma vez que a natureza fundamental da oferenda
é livre de elaboração, vocês mantêm a visão que
completa a acumulação de sabedoria?

19. Para se livrar da carga pesada de ações perniciosas,
obscurecimentos, faltas e erros, vocês confessam
usando os quatro poderes como antídotos?

20. Vendo Vajrasatva, a união de estado desperto
e vacuidade, como idêntico à sua verdadeira
natureza, vocês dissolvem os padrões de hábitos
sutis no espaço básico?

21. Vocês sabem que o mais sublime, o mais profundo
caminho espiritual é o caminho veloz da Ioga do Guru?

22. Vocês já ouviram falar que é melhor meditar uma
única vez sobre o lama do que meditar durante
muitas eras sobre centenas de deidades?

23. Vocês conseguem tal clareza na visualização que os
atributos do lama − cores, implementos, ornamentos
e mantos − estão vívida e espontaneamente
aparentes, brilhantes e distintos?

24. Os raios de sol da sua fé e puro samaya brilham sobre
a montanha de neve do lama, que é o
reservatório do degelo das bênçãos?

25. Para purificar os obscurecimentos acumulados pelas
ações interdependentes de corpo, fala e mente, vocês
seguem o caminho profundo de receber as quatro
iniciações inúmeras vezes?

26. Para que as bênçãos da linhagem mente a mente
penetrem na sua mente, vocês unem a mente do
lama com a sua?

27. Vocês já encontraram, face a face, o lama supremo,
a união de estado desperto e vacuidade, como
sua verdadeira natureza, totalmente sem esforço
e expansiva?

28. Vocês percebem todos os fenômenos da
pós-meditação − aparência, sons e pensamentos − como
sendo a forma, a fala e a mente iluminada do lama?

29. Vocês entendem que embora todos os fenômenos
do samsara e do nirvana não sejam a sua mente,
eles não existem dissociados dela?

30. Para cortar a densa teia de conceitos,
vocês passaram pelas preliminares de demolir
a cabana da mente comum?

31. Enquanto se empenham na prática principal,
o encontro direto com a verdadeira natureza
como estado desperto, vocês estabelecem
uma atitude livre de esforço, espaçosa e
completamente sem artifícios?

32. Sem meditar deliberadamente, e ainda assim sem
distrações, vocês estão familiarizados com o mais
majestoso e sublime estado de atenção plena?

33. Embora sua visão possa ser tão elevada quanto o
próprio céu, vocês são cuidadosos ao observar as
escolhas morais em sua conduta?

34. Quanto ao próprio objetivo, alcançado atemporal
e espontaneamente, vocês cortaram os elos da
esperança e do medo?

35. Se sentem que querem sentar, vocês permanecem
na cidadela do ser primordial?

36. Se sentem que precisam ir, vocês seguem
o caminho verdadeiro?

37. Se sentem que precisam agir, vocês
geram um grande benefício para os seres?

Por favor, façam um exame cuidadoso para determinar se esses 37 pontos se aplicam diretamente a vocês, em todos os momentos e de todas as maneiras. Quanto a mim, Chagdud, embora esteja sobrecarregado com o peso da idade, com este velho corpo endurecido, esta árvore curtida pelo tempo que enfrenta tempestades de elementos desequilibrados, não estou ferido. Bandos de demônios e outros seres que de outra forma seriam maléficos servem a mim com respeito. Estabeleci o terreno para que os ensinamentos dos grandes segredos sejam desenvolvidos no futuro.

Se eu me for, estou satisfeito por ficar na presença de meu lama, Padma Jungne. Se ficar, estou satisfeito em nutrir o amor de um lama por seus alunos.

Independentemente do que eu tenha feito, estou feliz, um iogue da ilusão, que lhes envia essa mensagem com uma disposição mental vasta e jubilosa. Por favor, contemplem-na com alegria. Que ela fique indelevelmente gravada na sua mente!

Foto: http://aumagic.blogspot.com.br/2015/06/cancao-do-despertar-chagdud-tulku.html

Fonte: Odsal Ling.

Retiro de Chenrezig de Final de Ano em Florianópolis

Entre os dias 27 e 29 de dezembro realizaremos um Retiro de Chenrezig no Chagdud Gonpa Rigdjed Ling (Florianópolis/SC), venha participar conosco.

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Chenrezig (Avalokiteshvara) é a corporificação da compaixão de todos os seres iluminados do passado, do presente e do futuro. Meditar ou meramente pensar na forma de Chenrezig purifica os efeitos do egoísmo, da confusão e da negatividade, e cria uma conexão com a compaixão incondicional. A realização da prática nos leva a perceber que a forma brilhante de Chenrezig não é nada mais do que a própria natureza da nossa mente.

Vanessa Sabbado, instrutora autorizada do Chagdud Gonpa, praticante experiente de Chenrezig e da prática de Niungne, irá conduzir a prática de Chenrezig do ciclo de Kusum Gongdu, revelado por Tromge Kachod Wangpo, revelador de tesouros que pertencia à família de Chagdud Rinpoche.

O texto usado será a prática concisa composta por Chagdud Rinpoche.
A participação no retiro exige iniciação de Amitaba ou de Chenrezig.

Dias: 27 a 29 de dezembro (terça a quinta-feira)
Horário: das 9 -12h e 14 – 17h.

Haverá alguma possibilidade de hospedagem para quem vier de outras cidades.

 

INSCRIÇÕES E VALORES

Para a inscrição nas atividades é preciso realizar o depósito e preencher o formulário no site www.budismofloripa.com.br. VAGAS LIMITADAS.

No darma,

Coordenação.