Retiro de Tara Vermelha Concisa (online)

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A prática de Tara Vermelha concisa foi elaborada por Chagdud Rinpoche para seus alunos ocidentais, com a confiança de que ela seria de grande benefício. 

Por meio desta prática, podemos desenvolver nossa capacidade de cura – das nossas próprias doenças e aflições negativas e também as dos outros.

No próximo sábado, 12/09, Lama Tsering oferecerá um dia de ensinamento sobre esta prática, que contém a quintessência de todo o caminho para a iluminação. 

Recomendado especialmente para aqueles que desejam se familiarizar com a prática de Tara concisa e saber como fazer a acumulação de Djetsun.

O valor sugerido para participar do evento é 108 reais, mas você pode oferecer o quanto puder, nenhuma oferenda é pequena demais. 

Não é necessário ter iniciação de Tara para participar.


Programação:

10-12h: Ensinamento ao vivo

14-15h: Prática de Djetsun

15-15h30: Envie suas perguntas

16h30-18h30: Lama Tsering responde

Inscrições: https://www.odsalling.org/eventos/ensinamento-de-tara-vermelha-concisa/

Fonte: Odsal Ling.

Dica de Leitura

Viver é Morrer: como se preparar para o morrer, a morte e além, de Dzongsar Jamyang Khyentse (Siddhartha’s Intent Brasil, 2020).

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“Não deveríamos tentar contemplar a inevitabilidade da nossa própria morte ao menos uma vez na vida? Principalmente porque todos e cada um de nós vai morrer – o que, por si só, é uma informação de importância crucial -, não faria sentido aplicar algum esforço para processar o fato inescapável de que vamos morrer?”

“Estes ensinamentos sobre a morte e os bardos nos foram legados por uma longa linhagem de brilhantes pensadores budistas; cada um deles examinou o processo com grande cuidado, nos mínimos detalhes e por todos os ângulos. Os seus conselhos podem ser especialmente úteis para os budistas e para todos que se sintam atraídos pelos ensinamentos do Buda, mas são igualmente relevantes para qualquer pessoa que um dia irá morrer. Desse modo, mesmo não sendo budista, se você é receptivo, curioso, ou está contemplando a própria morte ou a de uma pessoa amada, é bem provável que encontre nestas páginas alguma coisa que possa ajudá-lo.”

– Dzongsar Khyentse Rinpoche

 

Baixe o livro digital: https://www.siddharthasintent.org/assets/Global-Files/Publications/VIVER-MORRER-V1.pdf

Fonte: Siddhartha´s Intentet.

Os Elementos da Fé

Embora esse primeiro elemento da fé não seja inabalável, ao menos nos inspira a examinar a experiência do sofrimento, suas causas e como podem ser eliminadas; assim como também nos inspira a investigar a experiência da felicidade, suas causas e como podem ser cultivadas, a ansiar pela liberação. Quanto mais ouvimos e aplicamos os ensinamentos, mais eles ecoam nas nossas experiências, mais apreciamos sua verdade e somos inspirados a investigar com maior profundidade, a encontrar um professor e seguir o caminho espiritual. Esse é o segundo elemento da fé, a fé do anseio, do desejo de caminharmos em direção à meta última.

À medida que a mente vai gradativamente se abrindo, os ensinamentos começam a fazer mais sentido, e passamos a sentir uma conexão com a meditação. Temos que ter confiança suficiente para darmos continuidade à nossa prática e, quando ela começa a operar mudanças em nosso interior, essa confiança se aprofunda. A mente começa a relaxar e passamos e sentir fé e compromisso com um fim que está além de uma realidade opressora e em constante mudança. Com essa fé, nosso entusiasmo cresce ainda mais. E com mais prática, descobrimos uma diligência decidida, que não faz concessões. A prática revela a verdade e a verdade libera os venenos da mente, deixando-nos livres para experimentar mais e mais sabedoria. Cada passo liga-se com o próximo. Por fim, adquirimos uma confiança invencível. Não importa o que aconteça conosco, não importa quais sejam as nossas dificuldades, uma fé inabalável sustenta a nossa prática até que encontremos a liberdade plena: a iluminação. Esse é o terceiro aspecto da fé, a convicção de que compreendemos, de forma integral e profunda, uma verdade infalível.

O primeiro elemento da fé, a reverência, é algo mais ou menos inato. Ou você sente ou não sente. Os dois últimos – o anseio e a convicção – brotam da prática e podem ser aumentados conscientemente. Portanto, na tradição Vajraiana, não se espera que tenhamos fé cega, nem isso é incentivado. A verdadeira fé surge quando ouvimos os ensinamentos, aplicamos e assimilamos esses ensinamentos, até experimentarmos uma verdade infalível.

– Chagdud Tulku Rinpoche, trecho extraído do livro “Portões da Prática Budista”, Ed. Makara.

Fonte: Blog Tranquilamente.

Uma Consciência Contínua da Impermanência

Precisamos incutir em nós mesmos uma consciência contínua da impermanência, que esteja viva momento a momento. Isso porque a vida é uma corrida contra a morte, e a hora da morte é desconhecida. Contemplar a aproximação da morte muda as nossas prioridades e nos ajuda a abrir mão do envolvimento obsessivo com coisas ordinárias. Se permanecermos sempre conscientes de que cada momento pode ser o nosso último, iremos intensificar a nossa prática para não desperdiçarmos nem fazermos mal uso da nossa preciosa oportunidade humana. À medida que amadurece a contemplação dessa verdade, será fácil aprendermos os mais elevados, os mais profundos ensinamentos budistas. Vamos ter alguma compreensão de como funciona o mundo, como as aparências surgem e se transformam. Vamos passar de um mero entendimento intelectual da impermanência para a compreensão de que todas as coisas sobre as quais baseávamos nossa crença na realidade são apenas um cintilar de mudança. Começaremos a ver que tudo é ilusório, como um sonho ou uma miragem. Embora os fenômenos apareçam, na verdade nada estável está de fato presente.

– Chagdud Tulku Rinpoche, trecho extraído do livro “Portões da Prática Budista”, Ed. Makara.

Fonte: Blog Tudo Positivo.

Cine Darma: Lua Brilhante – Visão de Dilgo Khyentse Rinpoche

Direção: Neten Chokling. Narração: Richard Gere e Lou Reed, 58 min, Estados Unidos, 2010.

Lua Brilhante narra a vida do escritor, poeta e mestre de meditação Dilgo Khyentse Rinpoche, um dos mestres budistas mais reverenciados do século XX. Conhecido como instrutor de Sua Santidade o Dalai Lama e da família real do Butão, sua vida e ensinamentos foram de grande inspiração para todos aqueles que o conheceram. Dois de seus admiradores são Richard Gere e Lou Reed, que narram a sua perigosa viagem de fuga e da subsequente propagação de sua influência em todo o mundo. O documentário foi filmado no Tibete, Índia, Butão, Estados Unidos e Nepal, e usa animação, imagens raras de arquivo e entrevistas com alguns dos maiores pensadores do Tibete, para contar a sua história de vida em movimento, desde o nascimento até a morte, e seu renascimento. Escrito e dirigido por Neten Chokling, um dos alunos de Khyentse Rinpoche, o filme é um olhar íntimo, emocionante e revelador sobre um ser espiritual transcendente.

Assista online!

 

Centros de Prática do Chagdud Gonpa Brasil estão no YouTube

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Nestes tempos de desafios, o meio digital está se mostrando como a melhor maneira de continuarmos em contato. Os Centros de Prática do Chagdud Gonpa Brasil prepararam uma programação especial de ensinamentos e práticas abertos a todos os interessados.

Inscreva-se nos canais e participe!

Chagdud Gonpa Khadro Ling: https://www.youtube.com/chagdudgonpa

Chagdud Gonpa Odsal Ling: https://www.youtube.com/odsalling

Chagdud Gonpa Dordje Ling: https://www.youtube.com/channel/dordjeling

*Possam todos os seres se beneficiar.*

Losar – Ano Novo tibetano

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No dia 24 de fevereiro será celebrado o Ano Novo tibetano, o Losar. O ano que se inicia é o de 2.147, ano do Rato de Metal.

De acordo com a tradição budista, os dias que antecedem e os que sucedem o Losar são muito importantes.

Nos quinze dias posteriores ao Losar, deve se dar especial atenção à nossa prática de meditação pessoal, fazendo aspirações de que ela amadureça e traga cada vez mais benefícios a todos.

Fonte: adaptado de Odsal Ling.

O Significado da Palavra “Meditação”

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Mudar de modo positivo requer disciplina, esforço e paciência. A palavra “meditação” em tibetano (gom) vem da mesma raiz que o verbo “familiarizar-se” ou “aclimatar-se”. Utilizando vários métodos, nós nos familiarizamos com outros modos de ser.

– Chagdud Tulku Rinpoche, trecho extraído do livro “Portões da Prática Budista”, cap. 3, Ed. Makara.